sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pç Figueira

Quando sabias que a culpa é tua pertença, e dizes:
- Temos de nos ver, mas tem que ser mesmo: Nada de ficar 2, 3, 6 meses, um ano sem nos vermos!
- Deixa-me perguntar (já a temer a resposta): E de quem é a culpa, M?
- É nossa.
Sim, senhora.
Não fosse o teu cabelo negro e perfumado, nem o teu corpo suplicante, diria para procurares por mim, agora mesmo, ali na Praça da Figueira. Mas como também me fazes falta, prometi falarmos para a semana.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Paixão Pedro

Uma linha: "As paixões são avassaladoras. Se não dermos cabo delas, elas acabarão connosco."
A paixão, irracional e imprevisível, tende a lutar contra a razão. A idade tende a ridicularizar a existência da paixão. Mas como diria hoje a minha colega de trabalho, já acima dos entas e com dois filhos: "é tão bom estar apaixonada, não é?"
É. e não tem explicação.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Diao_Dance

Esta música está a dar-me a volta ao miolo...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Fds

Antes do fim de semana, fica a citação:

"A minha reacção aos filmes porno é a seguinte:
Ao fim dos primeiros dez minutos quero ir para casa e ter sexo.
Ao fim dos primeiros vinte minutos... nunca mais quero ter sexo enquanto viver"
Erica Jong, novelista, poeta, ensaísta
(Setembro 1975)

Bom fim de semana

terça-feira, 11 de agosto de 2009

re-Encontros

Irrompeste em riso quando te lancei aquele olhar penetrante, o Nº11. Entrei-te na alma, toquei no teu ser mais íntimo, sentiste-te invadida mas com agrado, e em vez de um suspiro de prazer, soltaste um riso. O teu marido nada disse, mas pensou, "ah, que engraçado, tão cumplices que eles são, devem ser mesmo amigos".
Amigos nas horas vagas. Apenas amigos, à distância. Porque quando estamos juntos, mesmo no silêncio, somos amantes. Mesmo. Quando ouço Lenny, quando me lembro do teu cabelo, do teu olhar, dos teus dedos finos nos meus, sou teu amante.

- Este ano ainda não fizémos nenhuma asneira, pois não? - tentei confirmar.
- Não quiseste. Gostei mesmo de te ver.
- Estás linda e genuina como sempre. - já sou eu a pôr água na fervura.
- Andamos certinhos.
- Infelizmente, sim. - já aqueci outra vez, caraças.
- Achas?
- Que nos deviamos portar mal? Sim, uma vez por ano. Religiosamente.
- Oh... Queres fazer um test drive?
- Vamos. Qual é a viatura mesmo?
- És irrecusável. Tenho saudade dos sabor dos teus lábios. A viatura sou eu.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Estórias da Meia Noite

Porque não escrevemos quando queremos, apenas quando nos permitem. É um pouco como gritar, só o fazemos quando temos liberdade para tal. Na corrida do dia a dia, na corrida do pão e água, reflito à noite aquilo que o dia me obrigou a fazer. E escrevo estórias de meia noite.